sábado, 11 de outubro de 2014

Evento – Seleção para o Mestrado Profissional em Estudos Marítimos – PPGEM

O Programa de Pós-Graduação em Estudos Marítimos da Escola de Guerra Naval informa que estão abertas até o dia 27/10 as inscrições para o processo seletivo para o ano de 2015 do Curso de Mestrado Profissional em Estudos Marítimos.

A Escola de Guerra Naval por meio do Centro de Estudos Político-Estratégicos abre as portas do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu a civis e militares. Inédito no Brasil, o Programa em  Estudos Marítimos,  área  de concentração em Segurança,  Defesa  e  Estratégia Marítima,tem como objetivos capacitar profissionais para desenvolver um pensamento estratégico brasileiro com vistas ao uso consciente e sustentável do mar e fomentar pesquisas em áreas de interesse do poder marítimo e da defesa nacional. O Programa é aprovado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Para o ano letivo de 2015 serão ofertadas 20 vagas, das quais 3 separadas para militares da ativa selecionados pela Marinha do Brasil e 2 para candidatos estrangeiros não residentes no Brasil.

Informações adicionais podem ser obtidas no site: http://www.ppgem.egn.mar.mil.br ou diretamente pelo telefone (21) 2546-9325 ou 2546-9326.

Fonte: Mundorama, https://www1.mar.mil.br/ppgem
 

Tendências para universidades do Brasil em 5 anos

O mais novo relatório do NMC (The New Media Consortium), lançado ontem, é dedicado a estudar o ensino superior brasileiro e aponta as principais tendências e tecnologias emergentes que vão fazer parte da rotina universitária ao longo dos próximos cinco anos. Para levantar estas informações, 41 especialistas foram convidados a considerar centenas de artigos relevantes, notícias, publicações de blogs, pesquisas e exemplos de projetos para compilar o Panorama Tecnológico para as Universidades Brasileiras. É a primeira vez que o NMC produz um estudo voltado exclusivamente ao cenário brasileiro, dando sequência ao relatório sobre as tendências no ensino superior da América Latina e no mundo.

No total, nove tendências foram apontadas. No curto prazo, entre os próximos um a dois anos, espera-se que o aprendizado on-line se popularize e seja, cada vez mais, visto como uma alternativa viável para algumas formas de ensino presencial. A justificativa para esse modelo se popularizar, segundo o relatório, é a possibilidade que oferece de flexibilizar, facilitar o acesso e oferecer uma maior integração de recursos tecnológicos com os conteúdos pedagógicos.

crédito Zdenek Kintr / Fotolia.comAs tendências para universidades do Brasil em 5 anos
 
Conjuntamente, modelos de ensino híbrido Glossário compartilhado de termos de inovação em educação também devem ganhar força, pois possibilitam o equilíbrio entre os ambientes presenciais e virtuais e permitem que o aluno tire o melhor proveito de cada um deles. E, como consequência da proliferação de aprendizagens on-line e híbridas, o papel do professor é impactado. Ele passa a assumir a postura de mentor, ou instrutor, promovendo o desenvolvimento independente e ativo dos estudantes.

A médio prazo, entre três e cinco anos, os especialistas apostam no potencial do movimento de open source, na produção massiva de recursos educacionais on-line e no crescimento de empreendedores e startups de educação. Também estão incluídos aqui palestras TED, Wikipedia, Khan Academy e MOOCs, Glossário compartilhado de termos de inovação em educação por exemplo. No mesmo período, é apontado o crescente uso das redes sociais como meio para compartilhar notícias sobre conteúdos acadêmicos e desenvolvimentos científicos. Essa combinação levará a uma mudança de postura dos próprios estudantes, que deixam de ser simplesmente consumidores de conteúdos e passam a ser criadores. Assim, a expectativa é que os cursos de graduação invistam cada vez mais em espaços maker para estimular essa criação e criatividade, em design e em empreendedorismo.
Para daqui a cinco anos ou mais, os especialistas preveem uma mudança na abordagem pedagógica, priorizando modelos mais ágeis que sejam mais adaptáveis a mudanças e que consigam as incorporar. As pesquisas acadêmicas também se transformarão, ao fazerem maior uso de bancos de dados, aplicações geoespaciais e ferramentas de código aberto, e vão poder combinar métodos tradicionais de publicações com recursos mais dinâmicos e interativos, o que permitirá que os dados pesquisados sejam manipulados em tempo real.

Também é esperado que daqui a cinco anos os computadores pessoais sejam reinventados, ficando menores, mais leves e mais conectados, assim como o uso de tecnologias de computação e armazenamento em nuvem também se popularizará.

Dentre as tecnologias destacadas pelo estudo, as primeiras que devem entrar no circuito acadêmico são: aprendizado on-line, sala de aula invertida, games e gamificação e aplicativos móveis.
Para daqui a dois a três anos, destacam-se: análise da aprendizagem (ou learning analytics, em inglês), aprendizado móvel, conteúdo aberto e laboratórios remotos e virtuais. Em um prazo de quatro a cinco anos, realidade aumentada, internet das coisas, inteligência de localização e assistentes virtuais, estarão presentes nas salas de aula das universidades brasileiras.

Confira no infográfico a seguir as nove tendências e as 12 tecnologias trazidas no documento.

crédito Regiany Silva / PorvirAs tendências para universidades do Brasil em 5 anos